sobre a obra


A Mãe Eterna

« Um livro ambivalente e interessantíssimo sobre a vida aos cem anos »
Roberto Schwarz

« Um livro belíssimo, contido e sem sentimentalismo… dá a ver um mundo familiar mas também universal e intemporal »
Teolinda Gersão


Consolação

“Um hino à alegria e à vida”
Michèle Sarde


quando Paris cintila

Neste livro, Betty Milan nos leva a ver o espelho em que vemos a nós próprios e ao mundo. (…) Capítulo por capítulo do livro – todos escritos de tal forma que podem ser lidos como poesias, em linhas sem ponto nem inicial maiúscula –, ela vai abrindo as cortinas que se estendiam sobre essas janelas e portas antes insuspeitadas.
Fernando Nuno


Fale com ela

A arte imita a vida, ou é a vida que imita a arte? Ambos, evidentemente, e essa implícita dialética entre os acontecimentos do dia a dia e a produção simbólica confere interesse adicional a Fale com ela, tornando estimulante sua leitura.
Claudio Willer


O amante brasileiro

Betty Milan escreveu uma narrativa baseada não em missivas, mas em e-mails trocados por um casal de enamorados. Ou seja, o e-mail é a matéria-prima do romance epistolar de nosso tempo.
Marcelo Pen


O clarão

Uma iquebana literária.
Frei Betto


O século

(…) conjunto impressionante de entrevistas, de grande interesse literário e historiográfico.
Otavio Frias Filho


A força da palavra

São muito estimulantes as entrevistas. Curtas, mas densas, cheias de sugestões reflexivas
Maria Isabel Barreno


O sexophuro

Sucessão de instantes poemáticos, o livro confirma que ainda há quem escreva, quem saiba escrever, quem precise escrever.
Otto Lara Resende

Li O sexophuro, apreciei muito a ficcionista, como antes já admirava a psicanalista.
Ciro dos Anjos

Recebi O sexophuro e apreciei devidamente a originalidade do seu trabalho.
Carlos Drummond de Andrade

Considero O sexophuro um belíssimo texto em que a prosa é tratada com a sensibilidade e o cuidado minucioso da poesia.
Leyla Perrone-Moisés


E o que é o amor?

Betty Milan, com tanta coragem quanto fineza, mostra que o palrear monótono dos apaixonados não é tão grotesco como nosso ‘bom gosto’ nos leva a crer.
Gérard Lebrun


Isso é o país

Invejo no livro de Betty Milan o estilo, o dinamismo, a inteligência e a leveza.
Roberto Da Matta


O país da bola

Gostei muito de ter olhado e lido o livro, as imagens são belas e o texto é excelente.
Jorge Amado

Um bem-sucedido mergulho na paixão do futebol e uma atraente leitura pela facilidade com que a autora – uma mulher, vejam só, dando baile em muito homem – trata o tema.
Juca Kfouri


O papagaio e o Doutor

Escreve como quem muda os dormentes nos trilhos da ferrovia para novo curso do trem acordado. Já pensou? Melado de uva.
José Celso Martinez Corrêa

Li o livro deliciando-me em vários planos: no ficcional, no documental e no plano do depoimento pessoal.
Moacyr Scliar


A paixão de Lia

Uma polifonia de vozes e um tipo de ficção onde a inventividade se sobrepõe à forma. A autora entra numa linhagem de escritores da qual fazem parte Lúcio Cardoso e Clarice Lispector.
Deonísio da Silva